Novamente fui procurado para falar da trajetória da Microcamp, seus diferenciais no mercado e dos meus planos de negócios para a empresa. Desta vez a entrevista foi concedida ao programa Entrevista & Cia, da TV Gazeta. Apresentado por Rodrigo Barros, o programa mostra os segredos dos mais bem sucedidos empresários e personalidades do país. Sei que é muita responsabilidade falar sobre empreendedorismo, porque você acaba sendo referência para muitos jovens que estão iniciando seus negócios. Mas minha experiência me dá confiança para dar dicas e me enche de orgulho. Veja a entrevista.Eloy Tuffi, fala do sucesso da Microcamp na TV Gazeta
Lições de Empreendedorismo
Hoje fui notícia em dois importantes veículos de comunicação do país: o programa Panorama do Brasil, da TVB; e o jornal DCI, de São Paulo. A pauta foi empreendedorismo, onde falo de meus projetos e desafios, como o de popularizar o ensino de TI (Tecnologia da Informação) e a chegada da Microcamp nos Estados Unidos. Foi uma oportunidade de contar a minha trajetória e mostrar para os jovens que estão começando na carreira, que sucesso a gente consegue com muito trabalho, otimismo e determinação. Confira a entrevista.
http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&id_noticia=327360&editoria
Parte I
Parte II
Parte III
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Reconhecimento e gratidão
Se a Microcamp chegou onde está hoje, devo isso a muitos profissionais que ajudaram a construir sua história. Em especial a Sergio Rito Nicolau, que na década de 1990, deixou o Brasil para realizar um sonho que era meu: ensinar informática na Europa!
Sergio acreditou no meu projeto e ainda jovem, deixou os pais e a irmã aqui e, com a cara, a coragem e muita determinação mudou-se para Portugal e fez o sonho virar realidade. Primeiro montou uma escola Microcamp em Lisboa, depois foi conquistando território e chegamos a ter 15 unidades em Portugal. Logo depois implantou escolas também na Espanha e Argentina.
Com a missão cumprida em Portugal, Sergio voltou para o Brasil. Aqui continuou contribuindo para a expansão e fortalecimento da marca Microcamp, especialmente em Guarulhos, onde montou escolas.
Na última sexta-feira, Sérgio faleceu vítima de acidente de carro. Tenho certeza que tinha muito para dar ainda em prol da Microcamp. Foi-se o homem, o amigo, o cunhado, o profissional. Fica o exemplo, o legado, a saudade e a minha eterna gratidão. Que ele sirva de exemplo para seus filhos e muitos outros jovens em busca de encaminhamento na vida.
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De volta ao cenário internacional
A Microcamp volta a atuar no mercado internacional. Desta vez instalamos uma unidade em Pompano Beach, na Flórida, Estados Unidos. A princípio, a ideia é ensinar inglês para os brasileiros e latinos que moram na cidade e depois dar aulas de informática para esse público e também para os americanos. Como nos Estados Unidos não existem cursos livres de informática estamos chegando lá com esse propósito. Queremos fazer lá o que fizemos no Brasil e depois em Portugal, onde estivemos por quase duas décadas: popularizar o ensino de informática.
O site da nova unidade nos Estados Unidos pode ser acessado pelo endereço
www.microcampusa.com
Veja matéria completa no site da Microcamp.
http://www.microcamp.com.br/noticias_e_eventos_interna.php?id=39&pg=0
Matéria publicada pelo jornal Folha de S. Paulo no dia 17 de abril de 2010, no caderno Dinheiro, Pág. B14.
MIGRAÇÃO DIGITAL
A Microcamp, rede de escolas de informática e idiomas, está retomando o mercado externo. Em janeiro, a empresa abriu uma unidade em Pompano Beach, na Flórida (EUA). “Descobrimos que não existiam cursos livres de informática nos EUA”, afirma Eloy Tuffi, presidente da Microcamp. A maior procura está sendo de estrangeiros por cursos de inglês. “Já percebemos que está dando certo, e estudamos a abertura de uma segunda unidade”, diz Tuffi. Nos anos 90, a empresa chegou a ter escolas em Portugal, Espanha e Argentina, mas, devido a dificuldades, foram fechadas. No Brasil, hoje existem 150 escolas, com mais de 120 mil alunos. Até o final deste ano, a previsão é abrir mais 50 unidades. “Quero popularizar o curso de TI no Brasil”, diz ele. Na rede, a mensalidade desse curso é de R$ 180,00. O atendimento da escola é focado em jovens das classes C e D. “A maioria dos alunos começa o curso sem conhecer um computador”, diz ele.
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Tentando entender qual o problema dos meus clientes com a Microcamp, fiz uma pesquisa por blogs e sites na internet. Analisei cerca de 190 comentários sobre a Microcamp. Alguns falam mal de mim, mas como não me conhecem, fica tudo sem fundamento e aí prefiro adotar o velho ditado, “falem mal, mas falem de mim”. Poucos fazem críticas às aulas e professores, porém não se identificam para que eu possa verificar o que está ocorrendo. A grande maioria reclama mesmo porque quer cancelar o curso sem pagar nada, nem coleção de livros, nem multa rescisória do contrato, nada. Como se tivessem contratado as aulas e adquirido os livros de boca, sem compromisso nem responsabilidades. Na verdade leram e assinaram um contrato onde consta que há multa no caso de cancelamento e que a coleção de livros não pode ser devolvida. Tem até o caso absurdo de uma aluna do curso de inglês que quer continuar freqüentando as aulas, porém não quer mais pagar. Diz que já pagou muito e se acha no direito de estudar de graça.
Como ficam os salários dos professores, dos coordenadores, dos demais funcionários? Como investir em novos equipamentos, como pagar fornecedores e impostos?
Na tentativa de conseguir cancelar o curso sem pagar nada, essas pessoas estão apelando para tudo: falam mal de mim, da escola, dos professores, instigam os internautas a procurarem o Procon, Ministério Público até a Delegacia de Polícia. Mas o que a Polícia tem a ver com isso? Não sou estelionatário, sou educador. Poderia até processar essas pessoas por difamação e calúnia, mas não é essa a minha intenção.
O que não sabem é que esses professores e coordenadores estudam, passam por treinamento, preparam as aulas, se dedicam para oferecer o melhor aos alunos. E quando leem críticas a eles, à escola ou mesmo à empresa onde trabalham, se sentem desvalorizados e ofendidos. E aí o efeito é o contrário. Trabalham com mais garra e determinação. E aí tenho que concordar com o ditado “há males que vem para o bem”.
Só porque a Microcamp quer receber seus direitos, quem não quer fazer o curso acaba falando mal. Agora me respondam: por que não querem mais fazer o curso de informática? Com certeza esse curso vai fazer muita falta a essas pessoas. Sabe por que? Porque a informática hoje é importante em qualquer área, em qualquer carreira. E principalmente, porque não tem no Brasil uma empresa conceituada como a Microcamp, com experiência no que faz, porque está no mercado há mais de 32 anos e há 10 anos é reconhecida pelo MEC.
Algumas pessoas tentam denegrir a imagem da Microcamp porque querem cancelar o curso e não conseguem. Na verdade, a única coisa que querem é fazer valer a antiga Lei de Gerson e “levar vantagem em tudo”.
Tem até ex-funcionários que estão embutidos nesse rol de pessoas que falam mal da Microcamp. Em sua maioria, são jovens, adolescentes, sem experiência, imaturos, não sabem o que falam, são os “Maria vai com as outras”.
Eu continuo aqui, dando minha cara à tapa e disposto a resolver os problemas verdadeiros. Com fofocas, calúnias, difamações, mentiras e intrigas não vou perder meu tempo.
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